sábado, 29 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Querid@s família e amig@s, Tito chegou. Chegou sexta-feira chuvosa e fria no RJ. A gente nem viu... O trabalho de parto foi tranquilo, ele chegou tranquilo, muito saudável, com 50 cm e 3,5kg. Dia desses, com mais calma, conto aqui mais sobre esse momento MARAVILHOSO! Ele chegou dia 21 de agosto, às 8h49, o melhor presente de aniversário. Estamos muito felizes, aprendendo muitas coisas novas com ele nesses primeiros dias. Agradecemos o carinho de todo mundo, a visita de quem deu um pulinho no hospital e podem continuar acompanhando um blog pq passada a adaptação inicial, colocaremos mais fotos dele aqui. bjos
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
38 com 32
É, meu povo, para os(as) que torciam para o Tito nascer no dia do meu aniversário, nada feito. Parece que a coisa está boa mesmo aqui dentro e está difícil de ele dar os primeiros sinais de querer (ou precisar) sair. Ontem fizemos uma nova ultra (esperando realmente que seja a última pq a criança está tão espremidinha lá dentro que já estou ficando assustada com a carinha do rapaz!) e tudo continua certo: ele não deu um jeito de se virar (tb não sei se isso seria possível nessa altura do campeonato com o tamanhão dele), está com os batimentos ótimos, o doppler tb está OK, enfim, tudo 100%. Desde o início, e acho que já disse isso aqui, achava que ele ia nascer lá pra setembro, nunca havia me preocupado muito com o fato de ele chegar a ficar 42 semanas, por exemplo, contanto que ele e eu estivessemos bem, que é o caso. O negócio é que com essa dieta de "come-dorme-não se mexe" dele, ele já está MUITO grande (não vou colocar os números aqui pra não assustar mais ninguém além de mim) e fico preocupada com a história do parto normal, que eu tanto quero e para o qual venho me preparando. Sei que tem muita mulher miúda que pariu verdadeiros bezerrinhos, mas a gente sempre fica um pouco mais apreensiva, afinal, não dá pra saber exatamente o tamanho da cabeça do menino, nem o quanto a mãe vai dilatar... Enfim, acreditava que iria estar tranquilíssima nessa reta final, mas estou apenas tranquila, tendo que administrar essa informação na minha cabeça. Hoje tem obstetra e, é claro, vamos conversar com ele sobre o assunto. Acho que já sei o que ele vai dizer (que só vamos ter como saber se ele sai por baixo ou não na hora), mas é sempre bom ouvir o especialista de confiança nesse momento. De resto, no meu aniversário, aproveitei pra tirar o dia de folga, dei um pulinho na praia, fiz massagem, vi filme no vídeo, fiz yoga e jantei com meu amor... E continuo trabalhando pra não ficar pensando besteira e comendo ainda mais!!!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Uma boa notícia!
Plano de saúde aumenta honorário para incentivar os partos normais
Data: 06.08.2009 - Fonte: Jornal de Santa Catarina | Saude Publica | SC
Para tentar reverter o quadro e se aproximar da meta estipulada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 15% de cesarianas ao ano, a Unimed adotou duas ações. Desde o início do ano, a operadora de saúde dobra os honorários do obstetra que realiza parto normal e, nos próximos meses, implantará um serviço de preparação de gestantes para o parto natural, conta Gustavo De Ré, médico-auditor da cooperativa. No entanto, ele defende que a decisão pela modalidade de parto deve ser exclusivamente do médico, que é quem pode avaliar com embasamento científico as necessidades da gestante e do bebê.
Se o medo do parto normal é causado pelas dores, a ginecologista e obstetra do corpo clínico do Hospital Santa Catarina Kátia Beckhauser Silva ressalta que é possível evitar o transtorno do parto natural com um método chamado analgesia. Difícil mesmo, avalia, é administrar a pressão das mães: - O dilema do médico particular é que, fazer a vontade da paciente, muitas vezes significa esbarrar na ética e no conhecimento técnico. E não fazer a vontade dela pode significar perdê-la para outro médico - explica.
Os números de cesarianas na rede privada contrariam, além da recomendação da OMS, a orientação da Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde). De acordo com a diretora-executiva da instituição, Solange Beatriz Palheiro Mendes, as operadoras são incentivadas, por meio de informações divulgadas
no site da entidade e de cartilhas distribuídas aos associados, a promover o parto normal. No entanto, não se pode impor esta modalidade de parto.
- Esta é uma decisão que fica a cargo da paciente e do médico - defende Solange.
Entre as pacientes do SUS, a incidência de cesarianas é menor que na rede privada porque a negociação não existe, explica o diretor em Ações em Saúde do município, Cláudio Pilotto. Exceto os casos especiais, todas fazem parto normal. Mesmo assim, o índice de cesarianas no Hospital Santo Antônio, onde cerca de 95% dos partos são pelo SUS, ficou em 53% ano passado. Segundo o gerente técnico do Hospital Santo Antônio, Osionides Conte Martinez, a taxa é alta porque o hospital, por ser referência em gravidez de alto risco, recebe muitas grávidas que necessitam de cesariana.
Multimídia Partos em Blumenau
http://www.cqcs. com.br/noticias_ detalhe.asp? iidArea=1& iidNoticia= 46151&cdPrevia= home
Data: 06.08.2009 - Fonte: Jornal de Santa Catarina | Saude Publica | SC
Para tentar reverter o quadro e se aproximar da meta estipulada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 15% de cesarianas ao ano, a Unimed adotou duas ações. Desde o início do ano, a operadora de saúde dobra os honorários do obstetra que realiza parto normal e, nos próximos meses, implantará um serviço de preparação de gestantes para o parto natural, conta Gustavo De Ré, médico-auditor da cooperativa. No entanto, ele defende que a decisão pela modalidade de parto deve ser exclusivamente do médico, que é quem pode avaliar com embasamento científico as necessidades da gestante e do bebê.
Se o medo do parto normal é causado pelas dores, a ginecologista e obstetra do corpo clínico do Hospital Santa Catarina Kátia Beckhauser Silva ressalta que é possível evitar o transtorno do parto natural com um método chamado analgesia. Difícil mesmo, avalia, é administrar a pressão das mães: - O dilema do médico particular é que, fazer a vontade da paciente, muitas vezes significa esbarrar na ética e no conhecimento técnico. E não fazer a vontade dela pode significar perdê-la para outro médico - explica.
Os números de cesarianas na rede privada contrariam, além da recomendação da OMS, a orientação da Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde). De acordo com a diretora-executiva da instituição, Solange Beatriz Palheiro Mendes, as operadoras são incentivadas, por meio de informações divulgadas
no site da entidade e de cartilhas distribuídas aos associados, a promover o parto normal. No entanto, não se pode impor esta modalidade de parto.
- Esta é uma decisão que fica a cargo da paciente e do médico - defende Solange.
Entre as pacientes do SUS, a incidência de cesarianas é menor que na rede privada porque a negociação não existe, explica o diretor em Ações em Saúde do município, Cláudio Pilotto. Exceto os casos especiais, todas fazem parto normal. Mesmo assim, o índice de cesarianas no Hospital Santo Antônio, onde cerca de 95% dos partos são pelo SUS, ficou em 53% ano passado. Segundo o gerente técnico do Hospital Santo Antônio, Osionides Conte Martinez, a taxa é alta porque o hospital, por ser referência em gravidez de alto risco, recebe muitas grávidas que necessitam de cesariana.
Multimídia Partos em Blumenau
http://www.cqcs. com.br/noticias_ detalhe.asp? iidArea=1& iidNoticia= 46151&cdPrevia= home
domingo, 9 de agosto de 2009
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